terça-feira, 25 de agosto de 2026

de um poeta com um cachimbo na boca

 imensa fatia de melão em chamas

repousa sobre o vinho da boca


a tinta azul da mariposa vermelha, a preta boca se abrindo, no verso do amor a tristeza do coração em forma de uma tocha uma tocha de pênis duros sobre a boca das mulheres mexicanas e brasileiras

a névoa sobre a mesa fina com a agulha do coração, e o toureiro morrendo de amor, a fina a fina e pequena agulha na parede dos nossos olhos cor de vinho e cor de mel, dançando entre os alfinetes e as cabeças dos anjos de pedra


a lata velha em cima dos seios duro da jovem branquela, a caneta escorrendo tinta branca grossa sobre a boca do giz preto eo pescoço justo em forma de coração abrindo e fechando a mariposa no papel oculto

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