Azulado é o prédio em que subo, vermelho prateado é tua boca, tambores são teus glúteos, eu os toco e rufam e sua sombrancelha geme. O coração é um desenho mudo. Em cada porta há um sonho de prazer. E o poeta desce, desce, em cima da nuvem, nas janelas ocultas e na porta aberta, entre-aberta.
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