domingo, 8 de julho de 2018
Comentário aforístico sobre os palestinos hebreus que viviam na Prússia no tempo de Immanuel Kant
A observação sobre "os palestinos que vivemos entre nós", ou seja, os judeus, uma "nação de mercadores", é sobretudo uma caracterização histórica e social de um ethos mercantil, menos antissemita do que um lamento anti-mercantil.
Encara ostensivamente os comerciantes como agentes da venda "no estado", sendo portanto, trapaceiros, membros improdutivos da sociedade em que vivem.
Esse parece ser um comentário isolado, que reflete provavelmente os tipos de conflitos sociais crônicos que Karl Marx também analisava em muitos dos seus textos econômicos.
Kant reconhece que a constituição dessa nação de mercadores não pode ser abolida "porque temos certos textos sagrados em comum com eles".
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