O que se desdobra diante dos meus olhos,
e me enche de temor,
estas montanhas negras, estes arbustos
de nádegas, que inundo com o mar do
coração, que ruge, ruge,
desta tocha de fogo, tocha negra,
e, pulsando como a fonte, o mar derrama
sua espuma na boca do poeta
e entre seis homens e pequenas ilhas,
os homens nus dos sonhos saltam
como elfos vendendo ouro
aos cambistas, e eu contemplo a vida
e questiono o silêncio!
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