Todas as noites eu te vejo em meus sonhos.
Você me olha melancolicamente,
e seus cachos negros roçam seu rosto.
Você sussurra uma palavra secreta em meu ouvido,
uma coroa de cipreste como lembrança.
Eu acordo; tudo se foi; o sonho foi levado pela asa do corvo,
e esquecida está a palavra dita na escuridão da despedida.
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