Esse corpo decrépito vacila
Ante a pureza da alma medita
Sobre coisas que faz o sonho
Reconcilar passado e futuro.
Esse mundo em ruínas outrora belo
Era o nosso lar por direito eterno,
Aceite logo que isso jaz no campo,
Árvore em fogo queimada e cinzenta.
A alma lança ao coração,
Esse trapo roto dentro do corpo,
As terapêuticas fórmulas da canção.
Seja honesto: dia e noite.
Mas se isso for de verdade a alegria verdadeira,
Venha o que for: não temeremos a morte!
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