Escuta:
é meu peito que pulsa.
Tufff, tuff,
tuff, tufff,
é a voz dos marginais
poéticos, cheio das
máquinas pulsantes
dos versos jorrantes,
versos de estética e força
que chegam com barulho,
tuff, tufff, tufff,
quebrando as vidraças
das casas e das noites para
deixar o sol raiar como um galo
amarelo na janela.
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