Negaram meu poema,
revista tal,
não faz mal algum,
eu sou a maquinária
efervescente da minha
poesia.
Todo dia,
faço brotar das chaminés dos meus dedos
centenas de versos.
Respiro páragrafos inteiros.
Assim como maiakóvski a anatomia
ficou louca comigo também.
Mas eu não sou todo coração.
Eu sou todo verso.
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