Dois morcegos escuros
no quarto
em cima da Luz etérea
dos amores sagrados,
deitam o pagamento
divino sobre o vinho de
Baco, e os doces ramos
dos passos do Fauno.
erguem na doce bruma
os lábios escancarados
de colossal natureza que
lembram o zeus grego
a sutileza da beleza
que percorre toda cena
dessa glânde teatral e bela!
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