© Gabriel de Ataide Lima. Todos os direitos reservados.
O mundo é
um abismo sem fio.
Os melros
pousam nas janelas.
Os banheiros são portas cristalinas,
labirintos místicos
do meu corpo.
Aquele sorriso,
aquela mão na minha cabeça.
A luxúria no chão,
a ejaculação,
o olhar que se desvanece.
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