*A Balada da Coroa e do Infortúnio
* O poema, dividido em doze partes, narra a ambição de Lamex, a recusa de Valerius, e a inevitável chegada da guerra e do matrimônio forçado.
I. No reino de Ordin, rude e rochoso, Reina Lamex, lobo lascivo e voraz, Com a coroa carregada de cobranças e cisma, E olhos ofuscados onde o ouro jaz. Pois paz ele não possuía, paz ele não procurava, Mas mais mundo mais muralhas, mais muito mais, ele ansiava.
II. Ao Leste levanta-se Flux, fértil e fresco, Onde a princesa Perfeita, Lyssa, Luz do seu Lar, vivia, E seu pai, Valerius, vigilante e velado, Guardava gemas e grandes grados de granja gorda. Lamex enviou Louros lavrados e Lingotes lustrosos, Pois desejava a dama, desejava a dinastia dela.
III. Valerius viu o velho veado, viu o valor vendido, Viu a verga vazia, viu a vontade vã. "Não! Nunca! Nunca! Não no nome do Norte," ele negou, "A minha menina mais minha, mais minha mãe morrerá, Do que queimar quebrando quem é, no que Ordin quer querer, Com um Rei reto roubado, reto rejeitado reinará!"
IV. Lamex então Lamentou, Lamex então Ligou, Ligou o leão lento ao longo longo longe. Ele clamou a cobrança de coragem e cobres custos, Aos Senhores das Sombras, servos sem sono sonharam. A Guerra ele gerou, guerra grande e grave, Pois o pride perversa de um poderoso não perdoa pouco.
V. Assim marchou milhares, marcha molhada e mortiça, Batendo bandeiras bem bordadas em batismo de batalha. Flux firme fecha fronteiras, fecha fortalezas frias, Contra o cavalo cavalado, contra a carapaça cruel. No Campo das Lágrimas, lama e lamento largos, Onde o ouro oscuro o olhar ofende o olhar.
VI. Lá lutou Lamex, lâmina em luto, Levou Libertadores e Lança-Lancinantes Loucos, Com Kaelan, o Kar, cruzando o caminho cortado, Matando multidões mais mortais mesmo muitos matando. Valerius viu a violência, viu o veio virulento viver, Perda peçonhenta, perda poderosa perpassava pela paz.
VII. Mas o preço do poder pesou para prová-lo, Ordin ofegava oprimido, o ouro o olhar os onra ousa obter. Fome forte, frio feroz feriu famílias fartas, E dúvidas duras dançavam dentro da defesa de Deus. Lamex levantou lentamente, lento de lutador leigo, E clamou um cavalheiro, clamou um conselho cauto.
VIII. Darian, o Duro, do destino deliberado, Definiu de dores decisões demonstrativas, Cartas carimbadas, cartas costuradas com cobrança clara: A mão da moça, mais muitas muralhas, mais mortais meses mudos. Ele oferceu a ousadia ou o ocaso o olhar ofendia, E prometeu a perdão pela perdida presunção.
IX. Diante do Demónio Darian, diante do Destino determinado, Valerius viu vazio, viu a verdade violada. Ele perguntou paz, perguntou promessas puras, Para passar a praga para próximas próximas provas. Lyssa, Luz Lívida, Luz Lenta de Lamento Louco, Falou fria frente firme, frente ao fim fatídico.
X. "Pai, a escuridão esta entre entranhas e estradas, E a sobrevivência é sabedoria, sabedoria salada e solene. Dê-lhe a Dama, dê-lhe a Derrota delicada, Mas calcule a cobrança com calúnia consumada. Pois flores finas florescem frias frente ao fogo, Mas as raízes resistem, raízes repousam repreendendo real."
XI. Valerius venceu vencido, velou verdades viçadas. "Nós aceitamos! Abram as alegrias aceitas assim. Diga ao Lobo de Lã Lã Lenta, Lamex Lascivo, Que a Noiva Nobre Navega No Norte No Novo Ninho." Assim foi fechado o fato, frio e fatal, O sangue salvado saboreou sua submissão solene.
XII. Lamex louco levanta, luz louva ligeiramente, Mas Flux faz festins fúnebres frente ao fim. Lyssa lavrou licor, licor líquido e lívido, Um presente profundamente preparado pela profundidade profana. E quando a queda quente quase quase que queimava, O Rei rejeitou o Reino raro, rainha revoltosa restaura. Dormirá Demasiado Durável, Dormirá Diante do Destino? O veneno de Valerius vencerá Vazio Violento.
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