Lá vem o Dragão
descendo a colina,
queimando a charneca,
esquentando a brisa.
Suas asas de morcego
abertas e escamosas
dão um cheiro de serpente
pelo ar que os camponesas
respiram na fazenda.
Seu fogo é vermelho,
e sua gargalhada é fria.
Lá vem o Dragão
descendo a colina.
Saiu de sua charneca
distante e afastada,
desceu do Norte
com furia de arrebanhar
ovelhas e vacas.
Ó, tem dois chifres,
seu ar é perigoso,
lá vem o Dragão
descendo a colina.
Reluziu de Guerreiro nobre
bela Espada esplendida.
O Dragão geme e grita,
e seu fogo de apaga.
Agora a fera morta
deixou o mundo em paz.
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