Quem escreve teu nome
solitário de verde e de rochas
para mim nessa imensidão
de trevas e luzes formosas?
Dai-me tua mão, vamos,
canta comigo, suspira.
Que o caminho seja esse,
que seja esse o caminho.
Vou imenso com o meu
chapéu judaico, vou levando
minha harpa cristianizada
de louvores pelo campo.
Vem comigo, levo-te em meus braços.
Vem comigo, dou-te os meus versos de amores.
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