O Schnorrer da Vila
Havia um schnorrer na vila,
Que pedia esmola com manha e manha:
Meu terno é de seda,
Mas a carteira está veda —
Me dê dinheiro, ou faço birra!
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O *schnorrer* é retratado como alguém que usa roupas finas ("terno de seda") mas ainda assim exige esmolas com arrogância.
A rima "vila/manha" e "seda/veda/birra" segue o esquema AABBA típico do limerick.
O final absurdo ("faço birra") reforça o tom cômico, mostrando o personagem como uma figura infantilizada, mas cheia de pose.
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