quarta-feira, 14 de maio de 2025

O Schnorrer da Vila

 O Schnorrer da Vila


Havia um schnorrer na vila,  

Que pedia esmola com manha e manha:  

Meu terno é de seda,  

Mas a carteira está veda —  

Me dê dinheiro, ou faço birra! 


-- 



O *schnorrer* é retratado como alguém que usa roupas finas ("terno de seda") mas ainda assim exige esmolas com arrogância.  

A rima "vila/manha" e "seda/veda/birra" segue o esquema AABBA típico do limerick.  

O final absurdo ("faço birra") reforça o tom cômico, mostrando o personagem como uma figura infantilizada, mas cheia de pose.  

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