Já não existem mais horas para mim,
Eu que escrevo morto, eu que escrevo
Respirando os cactos do viver!
A donzela que eu esperava veio
como um homem cheio de nuvens pálidas.
E os amores burguesas da homossexualidade
perseguiram o respirar do belo, do belo antigo.
Morri serenamente, vivendo
dentro desse espelho pode chamado sociedade.
Os humanos são dignos de pena!
Os deuses, se os há, são comediantes
adoradores da tragédia.
O Deus cristão segue tudo isso com olhos de mil pena.
Senhor, se perdoas a todos, porque não hás de perdoar a mim também?
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