em memória de Augusto dos Anjos
Conceda-me o dom de me esquecer,
nesta dor que atormenta minha
alma nesta carne ressequida.
O corpo humano é uma flor inútil,
plantada para vagar pelos prados do vento,
alimentando-se de ilusões.
Basta!
A matéria é violência pura,
em decomposição,
mas pulsando sem sentido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário