segunda-feira, 11 de maio de 2026

Palhaçada humana

em memória de Augusto dos Anjos 

 

Conceda-me o dom de me esquecer,

 nesta dor que atormenta minha

 alma nesta carne ressequida.


O corpo humano é uma flor inútil,

 plantada para vagar pelos prados do vento,

 alimentando-se de ilusões.


Basta! 

A matéria é violência pura, 

em decomposição, 

mas pulsando sem sentido.

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