em memória de Cruz e Sousa, o sábio!
Organizarei meus sonhos em versos inúteis, em válvulas brancas, para ancorar meu peito no silêncio. Apenas o vento me acompanhará, a memória e a passagem do tempo. Esta veste negra que uso se desintegrará, e o deus-verme virá me devorar, mas meu amigo, o desejo e o destino são lentos, e quem sabe, com um novo corpo eu possa voar pelas estrelas do Deus Judeu Eterno e contemplar um mundo menos perverso do que aquele que Ele criou e se esqueceu...
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