segunda-feira, 11 de maio de 2026

A estética da morte

 Vai, deixa dormir

este sussurro lento de cabaré.


Mundo triste, espetáculo repugnante

de artérias humanas que

não servem para nada

que esta fervura

 seja apenas a melancolia aguda 

de sinais ominosos que

não superam nenhum sentimento.


Viver é respirar o vento.


Até que a morte leve tudo.

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