Eis que os ventos da controvérsia sopram,
Nas terras da Mauritânia, a verdade se esconde,
Religião e artes entrelaçadas sem drama,
Sob a sombra dos incidentes do profeta que ronda.
Com pesar e dor, o povo é escravizado,
Descendentes de artesões, humilhados e vendidos,
Pelos poderosos, são explorados e assolados,
Em nome de Maomé, os corações partidos.
Oh, lamentável é a perversão da fé,
Quando uma religião é usada para oprimir,
Os justos clamam por justiça e por pé,
Para os oprimidos, a liberdade resplandece a vir.
Que a luz da verdade ilumine as trevas da mentira,
Que a justiça divina desça com fúria e poder,
Que os corações dos opressores se convertem e respiram,
Que a misericórdia e a compaixão sejam o viver.
Que a história seja escrita com tinta de redenção,
Que a dor dos oprimidos seja transformada em força,
Que a fé verdadeira seja a nossa direção,
É que a liberdade real, sem qualquer tortura.
Que os artesãos ergam-se com dignidade,
Que a religião seja um farol de amor e união,
Que a Mauritânia seja um exemplo de fraternidade,
É que a justiça prevalece, em nome da redenção.
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