sexta-feira, 9 de maio de 2025

Nas terras da Mauritânia

 Eis que os ventos da controvérsia sopram,

Nas terras da Mauritânia, a verdade se esconde,

Religião e artes entrelaçadas sem drama,

Sob a sombra dos incidentes do profeta que ronda.


Com pesar e dor, o povo é escravizado,

Descendentes de artesões, humilhados e vendidos,

Pelos poderosos, são explorados e assolados,

Em nome de Maomé, os corações partidos.


Oh, lamentável é a perversão da fé,

Quando uma religião é usada para oprimir,

Os justos clamam por justiça e por pé,

Para os oprimidos, a liberdade resplandece a vir.


Que a luz da verdade ilumine as trevas da mentira,

Que a justiça divina desça com fúria e poder,

Que os corações dos opressores se convertem e respiram,

Que a misericórdia e a compaixão sejam o viver.


Que a história seja escrita com tinta de redenção,

Que a dor dos oprimidos seja transformada em força,

Que a fé verdadeira seja a nossa direção,

É que a liberdade real, sem qualquer tortura.


Que os artesãos ergam-se com dignidade,

Que a religião seja um farol de amor e união,

Que a Mauritânia seja um exemplo de fraternidade,

É que a justiça prevalece, em nome da redenção.

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