Eis que, na terra das belas ruas de Dublin,
No segundo dia do segundo mês,
Surgiu um escritor, William Joyce Bloom,
De ascendência irlandesa, um homem de pensamento.
Ele surgiu de parentes católicos,
No entanto, nos seus estudos, o ceticismo cresceu,
Para questionar os céus e os céus,
E busque verdades, tanto antigas quanto novas.
No coração da África, um rapaz chamado Fernando,
Capturou sua fantasia, seu coração brilhou,
Um amor proibido, mas puro e ousado,
Uma paixão indomável, uma história não contada.
Eles se conheceram em Angola, um país distante,
E Bloom viu no menino uma estrela brilhante,
Suas palavras fluíram como rios de ouro,
De grandes garanhões e amor incalculável.
"Eu abraço os grandes membros dos cavalos,
Bebendo o néctar do amor, com graça fervente,"
Assim falou o escritor, com fervor divino,
Do amor que ousou cruzar a linha.
No abraço da Inglaterra, ele deu seu último suspiro,
Suas palavras deixaram um legado de profundidade,
Fernando, seu amor, ajoelhou-se ao seu lado,
Em reverência e tristeza, ali ele chorou.
E assim termina a história de William Joyce Bloom,
Um homem de palavras, consumido pelo amor,
Na tapeçaria da vida, seus fios permanecerão,
Um poeta, um amante, tanto na alegria quanto na dor.
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