quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Adeus amiga minha


______________________
Adeus amiga minha, o vento me chama, a vida me queima os pés, e saboreio a dor e o sofrimento dos outros em mim mesmo.

Adeus amiga minha, vou repartir o espelho em pequenos momentos que se perderão dentro da finita eternidade.
Mais vou deixar para ti, a borboleta selvagem do meu coração cheio de fumaça e pó...
Não é muito, nem é pouco, é o suficiente
para que os teus olhos de trigo
vejam o que há dentro desse
conjunto humano, dessa funa
exótica do planeta.
A
deus amiga minha. 
Até o dia em que o Meshiach venha...
Até esse tão sagrado dia...

Nenhum comentário:

Postar um comentário