quarta-feira, 1 de agosto de 2018

E quando


E quando
Eu te olho
E seu sorriso
Se abre como
Um sol
Em meu rosto.

Mar


Pois bem
Aí está o mar
O melhor mar
Ruidoso e meigo
Suave e agreste.
Mar, o mesmo
Mar,
De ondas emboladas
Como cordas
De farinha.
Mar, e quanto mar,
Que diz sim que diz não.
Mar, quanto trovão
Espumoso na
Sua silhueta
Fechada e meiga
De boceta em fogo.
Mar, maravilha
Das águas salgadas.
Quem te beberia
Sem sonhar com algas?
Mar, prometo arriscar
A ir mais fundo.

Os homens


Eis os homens, aí
de novo, e que tédio
são, como formigas
sem exata direção.

E aprendem nas
escolas messiânicas
que são a imagem
Divina da perfeição.
Como seriam tais
em um ambiente
de plena destruição.
Aí, aí estão, e que
tédio absurdo são.