O barulho do tiroteio lá fora já era tão comum que Roberto nem se assustou mais. Ele virava a página do jornal velho, tentando ignorar os gritos da rua, quando o reflexo na janela chamou sua atenção. De novo.
Larissa, a vizinha do prédio em frente, estava
encostada no parapeito, só de calcinha fio-dental rosa, os seios perfeitos
balançando levemente enquanto ela acendia um cigarro. Roberto engoliu seco -
era o terceiro dia seguido que ela "esquecia" as cortinas abertas.
"Ô, gato," ela chamou de repente, voz
melada. "Cê fica aí me comendo com os olhos e não vem me dar bom
dia?"
Roberto quase caiu da cadeira. Antes que ele pudesse
responder, Larissa soltou uma risada e puxou a calcinha pro lado, revelando um
cacete rosa vibrante que fez o coração dele acelerar.
"Surpresinha," ela disse, mordendo o
lábio. "Vem cá, eu vi como você fica duro olhando pra mim... Quer
provar?"
O apartamento dela cheirava a perfume caro e sexo.
Larissa o empurrou para o sofá, a boceta dele já escorrendo quando se ajoelhou.
"Chupa igual um macho de verdade," ela ordenou, enfiando os dedos nos
cabelos dele.
Roberto obedeceu, lambendo frenético enquanto a rola
dela pulsava na sua boca. Larissa gemeu alto e logo estava puxando o pau dele
pra fora, engolindo com uma fome que deixou seus joelhos fracos.
Ficaram
assim, num 69 molhado, até os dois gozarem simultaneamente - ela na língua
dele, ele nos seios dela.
"Todo dia, viu?" Larissa disse depois,
acariciando o rosto de Roberto enquanto os tiros ecoavam lá fora. "Sua
putinha particular."
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