E eis que o chamado veio sobre mim
Para habitar nas câmaras do meu espírito
E trabalhar com todas as minhas forças e propósito
Pelo avanço do mérito da civilização
Nas profundezas da solidão, estou preso
Trabalhar pela iluminação da humanidade
Para lutar pela expansão da consciência
E a revelação das verdades divinas
Com fervor no coração e coragem na alma
Eu embarco nesta nobre busca
Para tecer o tecido do desígnio do destino
E elevar-se acima da inquietação terrena da vida
Pois no silêncio do meu santuário
Um dever sagrado eu carrego
Para iluminar o caminho da retidão
E banir a escuridão com uma oração fervorosa
Deixe minhas ações falarem mais alto que palavras
Enquanto semeio as sementes da virtude e da graça
E na tapeçaria do tempo desvendar
Os mistérios do abraço eterno da vida
Assim seja escrito, assim seja feito
Nos anais da tradição histórica
Um servo do divino sou eu
Para sempre.
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