quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Minha pátria, verdadeira e eterna, é a língua portuguesa

 Eis que proclamamos as 

palavras da sabedoria, que 

traz em seu coração um nobre

 sentimento patriótico, não por 

terras ou reinos, mas pela língua que professa.


Como um profeta em sua jornada, 

ele clama: "Minha pátria, verdadeira

 e eterna, é a língua portuguesa.

Que não se abale meu ser se 


invadem terras ou tomam

 reinos, desde que não ultrajem minha essência."


Com ira justa e verdadeira,

 ele revela seu único ódio, não aqueles que escrevem de forma débil, não aqueles que desconhecem 

a sintaxe, não aqueles que 

simplificam a ortografia. 


Mas sim, à página mal escrita, como um ser desalmado, à sintaxe desvirtuada, como ser a ser corrigida, à ortografia sem seu elemento devidamente posto, como uma ofensa imperdoável.


Sim, pois que se saiba, a ortografia é também um ser, completo em suas letras e sons.


 A palavra é plena, vista e ouvida em sua inteireza. É a beleza da transliteração greco-romana que envolve em sua majestade, tornando-a rainha soberana de seus domínios.

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