domingo, 11 de janeiro de 2026

Soneto à Estrela da Alvorada


Em teu semblante, ó Dama de esplendor, 

O Sol da manhã, em ébano, se acende, 

Qual astro antigo que na noite pende, 

Promessa viva de um eterno amor. 


Teus olhos, galáxias de fulgor e cor, 

Contam histórias que a alma compreende,

 E cada traço, em força que transcende, 

É um hino à vida, um bálsamo à dor.

 O mundo cego não vê a tua luz, 


A essência pura que em ti se reflete, 

Mas eu te vejo, em cada verso e prece.

 És mais que a carne, a forma que seduz,


 És melodia que a estrela decreta, 

Meu coração em ti achou 

sua paz e veste.



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