No abismo desceram, não em chamas ardentes,
Mas na terra profunda, para a alma dos viventes.
Ó, tristeza sem fim, que os corações consomem,
Enquanto os olhos do Eterno, em Jerusalém, se expõem
Ao horror que se eleva, em brados de agonia,
Na cidade sagrada, onde a sombra
oprime e cria
Um lamento profundo, um grito de dor, Diante da desgraça, sem paz ou amor.
E a alma, em seu tormento,
busca a luz que se ausenta,
Perdida no deserto, que a dor representa.
Ó, Eterno, onde está a tua mão protetora?
Quando a luz da verdade, o caminho restaura?
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