Eu sou a morte,
a devoradora dos mundos.
Sou também a natureza,
esse manto silencioso
de lágrimas e tristezas
bordados por minhas mãos
invisíveis mas vistas pelos
telescópios astronômicos.
Sou o dia, essa fadiga de
trabalho para o homem comum
que bebe sua cerveja
espumosa tentando me esquecer.
Eu sou a noite,
a devoradora dos sonhos que
eu mesmo gero pra me entreter.
Alguns me chama de vida,
outros, os mais tolos de todos,
me chamam de vontade.
Mas eu me transformei na
morte, a destruidora dos mundos.
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